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📚 Criminologia - Aula 04

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Teorias Sociológicas da Criminologia (Parte II)

Nesta aula, vamos estudar as principais teorias sociológicas da criminologia: a Teoria da Associação Diferencial (Sutherland), a Teoria do Controle Social (Hirschi) e o Labelling Approach (Becker e Lemert). Compreenderemos como o crime é aprendido, como os laços sociais inibem o comportamento criminoso e como a sociedade rotula os indivíduos como criminosos.

📍 FocoQuestoes – Direito Penal

📚 Criminologia – Aula 04

📚 TEORIAS SOCIOLÓGICAS DA CRIMINOLOGIA (PARTE II)

🔍 Visão Geral da Aula
Nesta aula, vamos estudar as principais teorias sociológicas da criminologia: a Teoria da Associação Diferencial (Sutherland), a Teoria do Controle Social (Hirschi) e o Labelling Approach (Becker e Lemert). Compreenderemos como o crime é aprendido, como os laços sociais inibem o comportamento criminoso e como a sociedade rotula os indivíduos como criminosos.

📑 Sumário da Aula

  • 3.1.4. Teoria da Associação Diferencial (Edwin Sutherland)
  • 3.1.5. Teoria do Controle Social (Travis Hirschi)
  • 3.1.6. Labelling Approach (Becker, Lemert)



3.1.4. TEORIA DA ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL

Contexto Histórico

A Teoria da Associação Diferencial foi desenvolvida por Edwin Sutherland na década de 1930, como uma reação às teorias biológicas e psicológicas. Sutherland defendia que o crime é aprendido em interação com outras pessoas.

Principais Ideias

Ideia Explicação
Crime é aprendido O comportamento criminoso não é inato; é aprendido através da interação social.
Aprendizagem em grupos O crime é aprendido em grupos íntimos (família, amigos, vizinhos), não em meios impessoais.
Associação diferencial O indivíduo aprende técnicas e atitudes favoráveis ao crime quando está mais exposto a definições favoráveis do que desfavoráveis ao crime.
Conteúdo da aprendizagem O indivíduo aprende técnicas (como cometer o crime) e atitudes (justificativas, motivações).
Frequência e intensidade Quanto mais frequente e intensa a associação com grupos criminosos, maior a probabilidade de aprender o crime.
💡 Dica: A Teoria da Associação Diferencial é uma das mais influentes da criminologia. Ela explica por que o crime é mais comum em certos bairros e famílias, e por que a criminalidade se “transmite” entre gerações.

Exemplo Prático

Um jovem que cresce em um bairro onde o tráfico de drogas é comum e onde seus amigos e familiares estão envolvidos no crime tem mais chance de se tornar criminoso do que um jovem que cresce em um ambiente onde o crime é rejeitado.

Críticas à Teoria da Associação Diferencial

  • Não explica o primeiro crime: como o crime surge se ele é aprendido?
  • Não explica todos os crimes: crimes passionais, crimes cometidos por pessoas com vínculos sociais fortes
  • Determinismo exagerado: nem todos os expostos ao crime se tornam criminosos
  • Ignora fatores individuais: personalidade, escolhas, livre-arbítrio



3.1.5. TEORIA DO CONTROLE SOCIAL

Contexto Histórico

A Teoria do Controle Social foi desenvolvida por Travis Hirschi na década de 1960, com base na ideia de que o crime ocorre quando os vínculos sociais do indivíduo com a sociedade são fracos ou inexistentes.

Pergunta Central

🔍 Pergunta-chave: Por que as pessoas NÃO cometem crimes? Hirschi inverte a pergunta tradicional: em vez de “por que as pessoas cometem crimes?”, ele pergunta “por que as pessoas obedecem às regras?”

Os Quatro Vínculos Sociais (Hirschi)

Vínculo Explicação Exemplo
Apego
(Attachment)
Laços emocionais com pessoas e instituições (família, escola, amigos) Jovem que ama seus pais e não quer decepcioná-los
Comprometimento
(Commitment)
Investimento em atividades convencionais (educação, carreira, trabalho) Estudante que quer ser médico e não quer perder essa oportunidade
Envolvimento
(Involvement)
Participação em atividades lícitas (esportes, religião, trabalho) Jovem que passa o tempo no esporte não tem tempo para o crime
Crença
(Belief)
Aceitação das normas e valores sociais Pessoa que acredita que roubar é errado
📝 Fique Atento!

  • Quanto mais fortes os 4 vínculos, menor a chance de crime
  • O crime ocorre quando os vínculos são fracos ou rompidos
  • A teoria explica por que jovens com família desestruturada e baixo desempenho escolar estão mais propensos ao crime
  • Crime é resultado da falta de controle social, não de motivação criminosa

Exemplo Prático

Um jovem que tem apego aos pais (não quer decepcioná-los), comprometimento com os estudos (quer passar no vestibular), envolvimento em atividades religiosas e crença nos valores morais tem menos chance de cometer crimes do que um jovem sem esses vínculos.

Críticas à Teoria do Controle Social

  • Não explica o crime de pessoas com vínculos fortes: como explicar crimes cometidos por pessoas ricas, com família e educação?
  • Não explica crimes de colarinho branco: pessoas com vínculos sociais fortes também cometem crimes
  • Não explica crimes passionais: crimes cometidos por pessoas com vínculos emocionais fortes
  • Não explica a motivação para o crime: o que leva alguém a cometer um crime quando os vínculos são fracos?



3.1.6. LABELLING APPROACH

Contexto Histórico

O Labelling Approach (ou teoria do etiquetamento) surgiu na década de 1960, com os trabalhos de Howard Becker e Edwin Lemert. A teoria inverte a pergunta tradicional da criminologia: em vez de “por que o indivíduo comete crimes?”, ela pergunta “por que a sociedade define certos comportamentos como criminosos e rotula os indivíduos como criminosos?”

Ideias Centrais

Ideia Explicação
Crime é uma construção social O crime não é uma qualidade inerente ao ato, mas uma definição social imposta por quem tem poder.
Desvio primário Comportamento inicial que viola as normas, mas não resulta em identidade de criminoso (ex: um jovem que fuma maconha uma vez).
Desvio secundário Quando o indivíduo é rotulado como criminoso e passa a agir de acordo com esse rótulo (carreira criminosa).
Estigmatização A sociedade exclui o indivíduo rotulado, dificultando sua reintegração e reforçando o desvio.
Seletividade do sistema penal O sistema penal é seletivo: pune mais os pobres, os negros e os marginalizados.
💡 Dica: O Labelling Approach é uma teoria crítica que questiona o próprio sistema penal. Ela mostra que o crime não é uma qualidade do ato, mas uma construção social feita por quem tem poder de definir o que é crime.

O Processo do Etiquetamento

Etapas do Processo de Rotulação

1️⃣
Desvio Primário
Comportamento que viola a norma
2️⃣
Reação Social
A sociedade reage ao ato
3️⃣
Rótulo
O indivíduo é rotulado como “criminoso”
4️⃣
Desvio Secundário
O indivíduo assume a identidade de criminoso

Exemplo Prático

Desvio primário: Um jovem é pego fumando maconha. Reação social: A polícia o prende. Rótulo: Ele é chamado de “traficante” ou “bandido”. Desvio secundário: Ele passa a agir como “bandido”, pois a sociedade já o vê assim.

Críticas ao Labelling Approach

  • Não explica a origem do desvio primário: por que o indivíduo cometeu o primeiro ato?
  • Não explica crimes graves: assassinato, estupro, latrocínio
  • Pode ser determinista: sugere que todo rotulado se tornará criminoso
  • Não explica por que algumas pessoas reagem ao rótulo de forma diferente

MAPA MENTAL DA AULA

Teorias Sociológicas II
├── Associação Diferencial
│   ├── Autor: Edwin Sutherland
│   ├── Ideia: crime é aprendido
│   ├── Aprendizagem em grupos íntimos
│   └── Crítica: não explica o primeiro crime
├── Controle Social
│   ├── Autor: Travis Hirschi
│   ├── Ideia: crime = vínculos sociais fracos
│   ├── 4 vínculos: apego, comprometimento, envolvimento, crença
│   └── Crítica: não explica crime de colarinho branco
└── Labelling Approach
    ├── Autores: Becker, Lemert
    ├── Ideia: crime é construção social
    ├── Desvio primário → rótulo → desvio secundário
    ├── Seletividade do sistema penal
    └── Crítica: não explica origem do desvio primário
        

COMPARATIVO ENTRE AS TEORIAS

Teoria Principal Autor Ideia Central Crítica Principal
Associação Diferencial Sutherland Crime é aprendido em grupos Não explica o primeiro crime
Controle Social Hirschi Crime = vínculos sociais fracos Não explica crime de colarinho branco
Labelling Approach Becker, Lemert Crime é construção social Não explica a origem do desvio primário

RESPOSTAS A PERGUNTAS FREQUENTES

P: Qual a principal diferença entre a Teoria da Associação Diferencial e a Teoria do Controle Social?

R: A Associação Diferencial diz que o crime é aprendido em grupos; a Teoria do Controle Social diz que o crime ocorre quando os vínculos sociais são fracos. A primeira pergunta “por que o indivíduo aprende o crime?”, e a segunda, “por que o indivíduo não comete crime?”

P: O que é desvio primário e desvio secundário no Labelling Approach?

R: Desvio primário é o ato inicial que viola a norma (ex: fumar maconha uma vez). Desvio secundário é quando o indivíduo é rotulado como criminoso e passa a agir conforme esse rótulo, assumindo uma carreira criminosa.

P: O que Sutherland quis dizer com “associação diferencial”?

R: Significa que o indivíduo aprende o crime quando está mais exposto a definições favoráveis ao crime do que a definições desfavoráveis. Quanto maior o contato com grupos que aprovam o crime, maior a chance de aprender comportamentos criminosos.

P: Por que o Labelling Approach é considerado uma teoria crítica?

R: Porque ele questiona o próprio sistema penal, mostrando que o crime é uma construção social feita por quem tem poder. Ele também aponta a seletividade do sistema penal, que pune mais os pobres e marginalizados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • BECKER, Howard. Outsiders: Estudos de Sociologia do Desvio.
  • HIRSCHI, Travis. Causes of Delinquency.
  • LEMERT, Edwin. Human Deviance, Social Problems, and Social Control.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão. Criminologia.
  • SUTHERLAND, Edwin. Principles of Criminology.
📝 Fique Atento!

  • A Associação Diferencial explica o crime como aprendizagem social
  • A Teoria do Controle Social explica o crime como falta de vínculos sociais
  • O Labelling Approach explica o crime como construção social
  • Todas as três teorias são sociológicas, mas têm enfoques diferentes
  • Cada teoria tem críticas e limitações

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

Questão 1

A Teoria da Associação Diferencial defende que o crime é inato, ou seja, o indivíduo já nasce criminoso.

Justificativa: Sutherland defende que o crime é aprendido em interação com outras pessoas, não inato.

Questão 2

A Teoria do Controle Social defende que o crime ocorre quando os vínculos sociais do indivíduo são fracos ou inexistentes.

Justificativa: Hirschi defende que os 4 vínculos (apego, comprometimento, envolvimento, crença) são fundamentais para inibir o comportamento criminoso.

Questão 3

O Labelling Approach pergunta: “por que o indivíduo comete crimes?”

Justificativa: O Labelling Approach inverte a pergunta: em vez de perguntar por que o indivíduo comete crimes, ele pergunta “por que a sociedade define certos comportamentos como criminosos?”

Questão 4

No Labelling Approach, o desvio secundário ocorre quando o indivíduo assume a identidade de criminoso após ser rotulado pela sociedade.

Justificativa: O desvio secundário é a resposta do indivíduo ao rótulo de criminoso, levando-o a agir conforme essa identidade.

Questão 5

O Labelling Approach é considerado uma teoria crítica porque questiona o próprio sistema penal e sua seletividade.

Justificativa: A teoria crítica mostra que o crime é uma construção social e que o sistema penal é seletivo, punindo mais os pobres e marginalizados.

📝 Questões – Aula 04

Teorias Sociológicas da Criminologia (Parte II)



📝 Questões – Aula 04

Teorias Sociológicas da Criminologia (Parte II)

Questão 1

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

Sutherland defendia que o crime é inato e hereditário.


Questão 2

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

O crime é aprendido em grupos íntimos, como a família e os amigos, segundo Sutherland.


Questão 3

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A associação diferencial ocorre quando o indivíduo está mais exposto a definições favoráveis ao crime do que a definições desfavoráveis.


Questão 4

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

Sutherland rejeitava as teorias biológicas e defendia que o crime é aprendido.


Questão 5

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A aprendizagem do crime envolve tanto técnicas quanto atitudes favoráveis ao crime.


Questão 6

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A Teoria da Associação Diferencial explica por que a criminalidade se transmite entre gerações em certas famílias.


Questão 7

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A Teoria da Associação Diferencial explica perfeitamente a origem do primeiro crime.


Questão 8

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

Hirschi inverte a pergunta tradicional da criminologia, perguntando “por que as pessoas não cometem crimes?”


Questão 9

Com base nos vínculos sociais de Hirschi, julgue o item a seguir.

O apego, na Teoria do Controle Social, é o vínculo emocional com pessoas e instituições.


Questão 10

Com base nos vínculos sociais de Hirschi, julgue o item a seguir.

O comprometimento é o investimento em atividades convencionais que o indivíduo não quer perder.


Questão 11

Com base nos vínculos sociais de Hirschi, julgue o item a seguir.

O envolvimento é a participação em atividades lícitas que ocupam o tempo do indivíduo.


Questão 12

Com base nos vínculos sociais de Hirschi, julgue o item a seguir.

A crença é a aceitação das normas e valores sociais.


Questão 13

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

Quanto mais fortes os vínculos sociais, maior a chance de o indivíduo cometer crimes.


Questão 14

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

A Teoria do Controle Social explica por que jovens com família desestruturada estão mais propensos ao crime.


Questão 15

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

A Teoria do Controle Social explica perfeitamente o crime de colarinho branco.


Questão 16

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach pergunta “por que a sociedade define certos comportamentos como criminosos?”


Questão 17

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O desvio primário é o comportamento inicial que viola a norma, sem que o indivíduo seja rotulado como criminoso.


Questão 18

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O desvio secundário ocorre quando o indivíduo assume a identidade de criminoso após ser rotulado pela sociedade.


Questão 19

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach aponta que o sistema penal é seletivo, punindo mais os pobres e marginalizados.


Questão 20

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O crime é uma construção social, não uma qualidade inerente ao ato, segundo o Labelling Approach.


Questão 21

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

Howard Becker e Edwin Lemert são autores da Escola Positiva.


Questão 22

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

Uma crítica ao Labelling Approach é que ele não explica a origem do desvio primário.


Questão 23

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

Edwin Sutherland é o autor da Teoria da Associação Diferencial.


Questão 24

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

Travis Hirschi é o autor da Teoria do Controle Social.


Questão 25

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach tem como autores principais Howard Becker e Edwin Lemert.


Questão 26

Com base nas teorias sociológicas, julgue o item a seguir.

A Teoria da Associação Diferencial foi desenvolvida por Travis Hirschi.


Questão 27

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach é considerado uma teoria crítica por questionar a definição de crime e a seletividade do sistema penal.


Questão 28

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

A Teoria do Controle Social defende que o crime é aprendido em grupos íntimos.


Questão 29

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A Teoria da Associação Diferencial foi usada por Sutherland para explicar o crime de colarinho branco.


Questão 30

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach defende que a reação social ao desvio é mais importante que o desvio em si.


Questão 31

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

A Teoria da Associação Diferencial explica perfeitamente todos os tipos de crime, inclusive os passionais.


Questão 32

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach é uma teoria que defende o determinismo biológico.


Questão 33

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

A estigmatização dificulta a reintegração do indivíduo rotulado e reforça o comportamento desviante.


Questão 34

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

Hirschi defende que o crime ocorre quando os vínculos sociais são fracos, não quando há motivação criminosa.


Questão 35

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

A Teoria do Controle Social explica perfeitamente os crimes passionais.


Questão 36

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

Sutherland defendia que a frequência e a intensidade da associação influenciam a aprendizagem do crime.


Questão 37

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach questiona o próprio sistema penal, mostrando que o crime é uma construção social.


Questão 38

Com base na Teoria do Controle Social, julgue o item a seguir.

Os quatro vínculos sociais de Hirschi são: apego, comprometimento, envolvimento e crença.


Questão 39

Com base no Labelling Approach, julgue o item a seguir.

O Labelling Approach se limita a explicar crimes menores, como porte de drogas e pequenos furtos.


Questão 40

Com base na Teoria da Associação Diferencial, julgue o item a seguir.

Sutherland defendia que o crime é aprendido, não herdado, em oposição às teorias biológicas.


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